sexta-feira, 7 de junho de 2013

O desenrolar do pagode






E aí galera, eu sou o Lucas Benedeti, e hoje falarei sobre a história do pagode.
O pagode é um gênero musical brasileiro, nascido no Rio de Janeiro, a partir dos sambas dos fundos de quintais, muito comuns no subúrbio da cidade.                                           O samba adquiriu diferentes formatos ao longo de várias décadas, entre os quais, “samba de breque”, “samba-canção”, “samba-enredo”, “samba de partido-alto”, “samba puladinho”, “samba sincopado” e “samba reggae”.                                                  Antigamente, pagode era considerado como festa de escravos nas senzalas.                    No final da década de 1970, no Rio de Janeiro o tempo passou a ser associado a festas em casas e quadras dos subúrbios cariocas, nos calçadões de bares do centro do Rio e da periferia, regadas a bebida e com muito samba.                                                                       A palavra pagode no sentido corrente surgiu de festas em favelas e nos fundos de quintais cariocas que falavam sobre o sentimento das pessoas que, moravam lá.                 Os instrumentos tipicamente usados são cavaquinho, banjo, Tana, repique de mão e pandeiro.                                                                                                                         Hoje em dia, o pagode se tornou muito popular no Brasil inteiro, e as bandas e cantores que mais contribuíram  para isso, são: Fundo de Quintal, Art Popular , Grupo Molejo e outros mais.                                                                                                                              Atualmente as bandas e cantores mais badalados que estão tocando em todas as rádios são: Sorriso Maroto, Turma do Pagode e Thiaguinho.                                                         Uma engraçada curiosidade sobre o pagode é que em países orientais como:  China, Japão, Coréia e Nepal a palavra pagode indica um  local religioso, situado dentro ou perto de templos, na maioria Budista. No Vietnã, designa local de trabalho, portanto  no Vietnã, ir ao pagode é trabalhar.


Lucas Benedeti
 

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