E aí galera, eu sou o Lucas Benedeti, e
hoje falarei sobre a história do pagode.
O pagode é um gênero musical brasileiro,
nascido no Rio de Janeiro, a partir dos sambas dos fundos de quintais, muito
comuns no subúrbio da cidade. O
samba adquiriu diferentes formatos ao longo de várias décadas, entre os quais, “samba
de breque”, “samba-canção”, “samba-enredo”, “samba de partido-alto”, “samba
puladinho”, “samba sincopado” e “samba reggae”. Antigamente,
pagode era considerado como festa de escravos nas senzalas. No final da década de 1970,
no Rio de Janeiro o tempo passou a ser associado a festas em casas e quadras
dos subúrbios cariocas, nos calçadões de bares do centro do Rio e da periferia,
regadas a bebida e com muito samba. A
palavra pagode no sentido corrente surgiu de festas em favelas e nos fundos de
quintais cariocas que falavam sobre o sentimento das pessoas que, moravam lá. Os instrumentos tipicamente
usados são cavaquinho, banjo, Tana, repique de mão e pandeiro. Hoje
em dia, o pagode se tornou muito popular no Brasil inteiro, e as bandas e
cantores que mais contribuíram para
isso, são: Fundo de Quintal, Art Popular , Grupo Molejo e outros mais. Atualmente
as bandas e cantores mais badalados que estão tocando em todas as rádios são:
Sorriso Maroto, Turma do Pagode e Thiaguinho. Uma
engraçada curiosidade sobre o pagode é que em países orientais como: China, Japão, Coréia e Nepal a palavra pagode
indica um local religioso, situado
dentro ou perto de templos, na maioria Budista. No
Vietnã, designa local de trabalho, portanto
no Vietnã, ir ao pagode é trabalhar.
Lucas
Benedeti

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