E aí galera, aqui quem lhes escreve é o
Gabriel e hoje vou falar um pouco sobre cinema com vocês. Aqui estarei
expressando minha opinião sobre diversos filmes. A escolha de hoje é
Intocáveis, um dos melhores filmes que eu já tive o prazer de assistir.
Sinopse: Philippe (François Cluzet) é
um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico.
Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem
problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu
estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete.
Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo
como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabelece, com cada
um conhecendo melhor o mundo do outro.
Com essas personagens, o mais óbvio
seria abordar o lado trágico. Geralmente, os deficientes representados no cinema costumam
viver um drama intenso e por muitas vezes aumentam o sentimento de pena que
outras pessoas têm por elas.No entanto, em Intocáveis,
com uma abordagem leve e divertida, os dois mundos opostamente iguais se cruzam
para entreter e sensibilizar o público com um ritmo cativante, fazendo uso de
piadas extremamente divertidas. E isso se deve em muito à formidável harmonia
apresentada entre os dois atores. É como se para Driss, Phillipe não fosse
tetraplégico. E em dados momentos o filme faz esquecer esta condição.
Com uma mescla do cômico com o
drama sutil, Intocáveis se sobressai, foge do comum e faz de uma história que
poderia ser retratada de forma pesada uma leve e prazerosa comédia,
desmitificando a ideia de que uma trama com um protagonista tetraplégico
precisa ser necessariamente depressivo.
Gabriel Henriques

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